quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

que venha 2012!




Bem vindos a 2012, ano do fim do mundo pelo calendário Maia. É bem verdade que o mundo já acabou inúmeras vezes. Desde 1999 foram pelo menos umas dez previsões catastróficas. Mesmo assim, nós continuamos por aqui vivendo, sorrindo, sofrendo, amando e, em alguns casos, também odiando, afinal somos todos humanos, mas dizem os especialistas em tragédias, que desse ano o planeta não passa.


No entanto, justamente por isso, seguimos trabalhamos muito, seguimos estudando, melhorando e sempre buscando novas histórias para contar.


2011 terminou bem. Depois de um ano cheio de trabalho, viagens internacionais e a produção de Sapore d’Italia, o ano se encerrou com a não aprovação dos nossos projetos nos editais do Iecine e Santander. Faz parte, as chances são mínimas, e cada vez há mais projetos para o mesmo número de editais. Não é fácil. No entanto, a notícia da aprovação do nosso projeto Memórias em Sal de Prata para o pitching Histórias que Ficam, da Companhia Siderúrgica Nacional, nos deu um novo vigor para o novo ano. Foram 351 projetos de todo o Brasil e o nosso ficou entre os 12 pré-selecionados. Infelizmente, apesar do trabalho bem feito para a apresentação do mesmo em São Paulo, Memórias ficou em segundo lugar, como suplente, e não foi contemplado. Valeu pela experiência, sigamos porque tem muito pela frente.


Por outro lado, a Epifania Filmes, de forma inédita, já no início de 2012 conseguiu aprovar seus dois projetos para a fase final do concurso Histórias Curtas da RBS TV, que acontece já agora em fevereiro. Então não há tempo para choro nem vela, o negócio é baixar a cabeça e mergulhar na preparação para mais esse pitching.


Também temos um documentário para acabar. Cine Brasília, que foi gravado em dezembro de 2011 em Carazinho, terá a segunda fase de gravações em Porto Alegre ainda em janeiro. Além disso, vamos rodar um curta-metragem em março, ainda com título provisório, mas uma história muito legal, roteiro do nosso parceiro Leo Garcia, e temos todos os ensaios com atores e produção para iniciarmos em fevereiro.


Além desse, temos um projeto bem legal de documentação da restauração de um prédio histórico em Tupandi que já inicia agora em janeiro e segue até abril, com captação de imagens e depoimentos que contam a história do prédio e sua reforma. Esse projeto, que já é legal por trabalhar com memória e restauração do patrimônio arquitetônico da região, tem potencial para se transformar em algo ainda maior, e 2012 nos dirá isso, se o mundo não acabar.


Para fechar o início de ano, temos também a montagem do curta-metragem Tcheco, sobre a história do pracinha, descendente de italianos, que lutou no Exército Brasileiro na Segunda Guerra Mundial. A meta para o primeiro semestre é ter essas três obras concluídas para serem lançadas e ingressarem no circuito de festivais ainda no segundo semestre de 2012, antes que o mundo acabe.


Por isso tudo, e por tudo que ainda está por vir, esperamos que 2012 seja ainda melhor que 2011 e com um final de ano perfeito, sem fim do mundo e sim com muita comemoração. Temos certeza que lá em dezembro estaremos todos juntos comemorando mais um ano de muita produção, muito aprendizado, e esperamos, também um pouco de grana. E o mundo, este continuará respirando no mesmo ritmo de todos nós, talvez um pouco mais poluído, provavelmente um pouco mais quente, mas quem sabe, também, muito mais consciente sobre tudo isso. Assim, quem sabe as previsões para 2013 sejam de um planeta mais saudável e uma população menos alienada em Big Brothers e Micheis Telós da vida e sim mais engajada naquilo que realmente importa.

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